Com essa decisão judicial, Guilherme se torna réu no processo que responde por homicídio, continuará preso preventivamente e também será obrigado a fazer um exame de insanidade mental.
O juiz Adilson Paukoski Simoni, da 5ª Vara do Júri, quer saber, entre outras coisas, se o acusado possui alguma doença ou teve perturbação mental durante o crime. Apesar de não ter falado durante seu interrogatório à Polícia Civil, Guilherme aparece em dois vídeos confessando que matou Ingrid.
O promotor Fernando Cesar Bolque acusa o estudante por homicídio qualificado por motivo fútil e meio cruel. Segundo a acusação, o assassino usou duas armas brancas para tentar “degolar a vítima”, que conheceu pela internet havia um mês.
De acordo com a Polícia Civil, Guilherme é conhecido como Flash Asmodeus no meio dos games. Ingrid era chamada por Sol e jogava como gamer a nível profissional. Seu jogo preferido era Call of Duty Mobile, um game de tiro para celulares.
O motivo do assassinato ainda é investigado pelo 87º Distrito Policial (DP), Vila Pereira Barreto. A suspeita é a de que o crime tenha sido premeditado.
Logo após o crime, Guilherme gravou um vídeo e o compartilhou com outras pessoas nas suas redes sociais para mostrar que havia matado Ingrid. O estudante também confessou o assassinato da gamer numa filmagem feita por policiais que o prenderam em flagrante após ele se entregar numa delegacia.
“Eu quis fazer isso”, disse Guilherme ao confessar o homicídio de Ingrid num vídeo gravado por agentes da Polícia Civil.
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Guilherme Alves Costa, réu confesso do assassinato da gamer Ingrid Bueno, a Sol, em São Paulo — Foto: Reprodução/Arquivo pessoal
Com informações do G1